Campanha de combate ao caramujo africano em Santa Carmem
A secretaria de Saúde de Santa Carmem juntamente com a Vigilância Sanitária, Vigilância em Saúde e Vigilância Ambiental estarão fazendo uma campanha sobre o caramujo gigante-africano em nossa cidade. O objetivo da campanha é conscientizar a população das doenças que o caramujo pode transmitir e como ele pode ser identificado. O caramujo é capaz de provocar doenças em humanos e animais domésticos, contaminam a água e devastam plantações e jardins. Até a meningite pode ser transmitida pelo caramujo africano.
Por onde passa, deixa uma secreção e se estiver contaminado por micro-organismos pode afetar o sistema nervoso central do homem, causando cegueira e meningite. O contato com o caramujo também pode provocar problemas intestinais graves.
Este caramujo é resistente a períodos de seca, além de ser bastante ativo no inverno. Como outros caracóis, ele aprecia a umidade e a sombra, se locomovendo e se alimentando mais à noite e em dias nublados e chuvosos. É capaz de escalar muros e árvores e desta forma transpor de um terreno a outro.
Por onde passa, deixa uma secreção e se estiver contaminado por micro-organismos pode afetar o sistema nervoso central do homem, causando cegueira e meningite. O contato com o caramujo também pode provocar problemas intestinais graves.
Este caramujo é resistente a períodos de seca, além de ser bastante ativo no inverno. Como outros caracóis, ele aprecia a umidade e a sombra, se locomovendo e se alimentando mais à noite e em dias nublados e chuvosos. É capaz de escalar muros e árvores e desta forma transpor de um terreno a outro.
Para identificar o caramujo é através da sua concha, ela é, geralmente de cor marrom-escuro, com listras esbranquiçadas desiguais, um pouco em zigue-zague. A abertura da concha (a boca da concha) possui uma borda afiada, bem diferente da abertura do caramujo da boca rosada ou aruá do mato. Este último é um tipo de caramujo nativo brasileiro que não deve ser eliminado.
Dicas de como matar os moluscos:
- Para realizar a catação, as mãos devem estar protegidas com luvas ou sacos plásticos para evitar o contato com o animal.
- Os caramujos recolhidos devem ser esmagados, cobertos com cal virgem e enterrados.
- Recolher também os ovos, que ficam semi-enterrados e proceder da mesma forma usada para os animais coletados.
- Os caramujos e ovos recolhidos também podem ser mortos com solução de cloro, três partes iguais de água para uma de cloro, mas devem ser deixados totalmente cobertos por essa solução durante 24hs, antes de serem descartados.
- Jogar água fervente e incinerar também são opções, mas estes procedimentos devem ser realizados com segurança.
Manter o quintal limpo de folhas mortas e frutos caídos também irá afastar os bichos, e desta forma ainda estará prevenindo outras doenças e pragas, como podridões de origem fúngica e bacteriana, moscas das frutas, etc. Não esqueça: as pragas só vivem e se multiplicam onde lhes é oferecido abrigo, comida e água.
“Proteja sua comunidade e a biodiversidade. Vamos afastar essa ameaça de Santa Carmem”.